Quais as cores da liberdade?

A noite de quinta-feira foi ensolarada! A chuva deu uma trégua e o que era uma preocupação, virou certeza. O espetáculo "Todas as cores do amor" iria acontecer como foi planejado. Isso porque, a peça, uma adaptação livre do texto de Robert Patrick "Rendas do amor", tem em sua encenação a proposta de ocupação de lugares. Assim o público, que dessa vez teve que ser reduzido devido a proposta do espetáculo, ia assistindo as cenas espalhadas por toda a escola.

Muitos foram os desafios da turma:
Ocupar realmente os espaços escolhidos e trabalhar em cima das cores. Assim, divididos na maior parte em duplas eles desenvolveram cenas performáticas trabalhando com o texto e com suas visões sobre a comunidade LGBTQIAPN+ ou -.
Desta forma acompanhamos a trajetória da Liberdade em meio o Opressor e o Repressor que eleitos estavam sempre a monitorar seus passos, sua vida.

Assim, o público caminhando pela história ia passando por experiências que lhes traziam momentos de fazer escolhas, sentir cheiros, ser vendado e em alguns momentos testemunha da intimidade dos personagens da história.

Para o grupo alguns desafios, trabalhar com o tempo e o comando desse público que se divide e em determinado momento duas cenas acontecem simultaneamente. E agora? Terminarão juntas como no ensaio? Claro que não! No ensaio não tem público...kkkkkkk!

Durante o debate, delicioso por sinal, os debatedores tomaram ciência do tempo em que a maior parte dos espetáculos são produzidos para o fest-fêgo, na maioria, estreiam no festival, e entenderam a loucura e o desafio dos professores e das turmas para que tudo aconteça da melhor forma possível.
Na conversa, identificaram a importância de um olhar mais atento ao figurino, elogiaram a entrega do grupo e chamaram a atenção ao comando do público, que ajudaria ao espetáculo, uma definição de regras durante a jornada.

Uma noite sem chuva, colorida e que me deixou com "Vai DJ mais forte" na cabeça. Entendedores, entenderão. Evoé com muito glitter!




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