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A força de uma dramaturgia

Foto do escritor: Jefferson Machado
Jefferson Machado
há 4 minutos
2 min de leitura
Quando o Teatro se faz presente!
Quando o Teatro se faz presente!

Em nossa última semana de festival...quando todos já estão colocando a língua pra fora porque só quem está no esquema sabe o trabalho que envolve tudo isso. Assistindo os espetáculos a noite, entendemos o porque vale tudo isso, o porque não desistimos e nos alimentamos com essas apresentações em busca de um mundo melhor, um mundo mais artístico.

A noite foi de performance cancelada. O artista comunicou motivos de saúde e a noite então seria de estréia, duas estreias, estreia do espetáculo "Gota Dágua" e estreia da turma do 1°ano técnico.

A estreia de uma turma sempre é marcante porque é quando ela se apresenta para a escola e dá inicio a sua história até o seu 3°ano, até o seu próprio fest-fêgo. Essa no caso fará o 15°fest-fêgo.


Mas vamos ao espetáculo porque essa jornada está apenas começando...e então muitos são os pontos fortes na noite, pontos destacados pelos debatedores e os quais também fazem parte do meu pensamento. O cenário muito bem idealizado e numa encenação que nos fazia movimentar o corpo, o público ia acompanhando uma história muito bem desenhada por Chico e bem cortada por Natasha Curuci. Sim, Natasha corta Chico mas por um bom objetivo, sempre! E assim assistimos a turma do 1°ano técnico apresentando esses personagens potentes, cada um desenvolvendo com a sua personalidade artística, principalmente quando alguns personagens são representados por dois atores ou duas atrizes ou um ator e uma atriz. Uma loucura!!!

A dramaturgia oferece muito aprendizado aos jovens atores, além de diálogos que exigem colorido e boa dicção, ele revela quem se envolve e quem não. O espetáculo também traz momentos musicais que enchem os olhos e os ouvidos, quanta coisa para uma estreia.


O tempo passou rápido e o debate foi muito gostoso. Nossos debatedores muito generosos receberam o espetáculo com muito carinho e pudemos oferecer ao público um entendimento melhor e mais profundo sobre o texto de Chico e sobre os objetivos de uma turma do 1°ano técnico.


Para mim, fico com a alegria da turma no final do espetáculo, com a certeza que entregaram o seu melhor naquela noite e cientes do que toda turma de 1°ano técnico precisa correr atrás. Como primeiro passo, foi um belo primeiro passo.

E por último, fica aqui a minha apreciação ao trabalho de Natasha Curuci, sempre muito cuidadosa e atenta a detalhes. E não posso deixar de falar de Ellen, que em meio a correria em sua chegada, conseguiu entregar seu personagem com maestria.

Evoé aos mais novos filhos de Baco!!!




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